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Rio de Janeiro, Brazil

Exploração em Rio de Janeiro

Exploração em Rio de Janeiro

A exploração geotécnica no município do Rio de Janeiro abrange a investigação de solos residuais jovens e maduros, depósitos aluvionares, colúvios e maciços rochosos fraturados do embasamento cristalino, típicos da Província Mantiqueira. As campanhas devem considerar a heterogeneidade vertical e lateral desses materiais, a presença de matacões e os riscos de instabilidade em encostas, conforme as diretrizes da ABNT NBR 6484 e as exigências da Prefeitura para licenciamento de obras. A caracterização preliminar apoia-se em ensaios de laboratório como os limites de Atterberg, que avaliam a plasticidade das argilas siltosas e a susceptibilidade a variações volumétricas em solos não saturados.

A metodologia executiva segue a ABNT NBR 8036 para sondagens mistas e rotativas, complementada por ensaio CPT piezocônico conforme a ABNT NBR 31205, que fornece perfis contínuos de resistência de ponta, atrito lateral e poropressão, fundamentais para aferir a estratigrafia e detectar camadas drenantes. Os ensaios in situ incluem SPT-T a cada metro, medindo torque e avanço, além de ensaios de permeabilidade em furos e cisalhamento direto em blocos indeformados de taludes. A norma NBR 6122 orienta a definição das profundidades de investigação para fundações, exigindo que as sondagens atravessem o horizonte de solo transportado e atinjam o impenetrável ou rocha sã, com critérios específicos para núcleos urbanos densos como a Zona Sul e a Barra da Tijuca.

Os projetos típicos no Rio de Janeiro demandam soluções que integrem os resultados da exploração ao comportamento geomecânico local. Em regiões de maciços alterados, a execução de projeto de fundações em estacas hélice contínua ou raiz é recorrente para edifícios de múltiplos pavimentos, apoiando as cargas no topo rochoso ou em camadas competentes de areia compacta. Nas encostas da Tijuca e Santa Teresa, a investigação alimenta diretamente os projetos de contenção, combinando parâmetros de resistência obtidos in situ com análises de estabilidade de taludes e muros para definir tirantes, cortinas atirantadas ou muros de gravidade, conforme as cargas permanentes e acidentais previstas na NBR 11682.

Exploração em Rio de Janeiro

O processo de exploração inicia com a análise de mapas geológicos e visitas técnicas, seguida da programação da malha de pontos ajustada à geometria da obra. A execução gera perfis individuais e seções geológico-geotécnicas interpretadas, entregues com relatórios fotográficos, tabelas de parâmetros e, quando aplicável, modelos geomecânicos 2D. A proposta de valor do laboratório integrado é a entrega de dados

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